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Retomando

Em dezembro de 2016 iniciei uma “coluna”, publicada aqui na minha página. Imaginava que haveria uma constância de comunicações que, infelizmente, não aconteceram. Os motivos, vários: a possibilidade de ser Presidente da CET-Rio (fui convidado pelo Secretário de Transportes e Vice Prefeito, o saudoso MacDowell). Esta aventura na Presidência da CET-Rio durou exatamente 10 DIAS – no dia 11 de janeiro outro Presidente foi nomeado para o lugar que eu estava esquentando, através de publicação no DO municipal. Bem, os acontecimentos que se seguiram a esta nomeação, acho, todos acompanharam. Entre elas as reações, a meu favor, da COPPE e do Clube de Engenharia através de Notas em seus sites oficiais.

Bem, página virada e bola pra frente. Ano novo e vida nova. Voltei à COPPE e retomei a tocada do barco acadêmico com o mesmo vigor de sempre. Ai… veio o chamado para ser Sub-Secretário de Mobilidade e Integração Modal da Secretaria de Transportes do Governo Estadual. Já esta durou mais!  Foi um pouco mais de 4 meses (exatamente, 4 meses e 10 dias). Com a saída do Secretário de Transportes, solicitei minha exoneração, uma vez que partiu dele o convite para esta importante missão (que o próprio título da sub-secretaria explicava – Mobilidade e Integração Modal). Essa é uma tarefa importantíssima para a nossa cidade do Rio de Janeiro: Mobilidade e Integração Modal. Aqui coexistem vários (aliás, quase todos) modos de transporte: ônibus, metrô, trem, barcas, VLT, vans, bondinho (Santa Teresa), teleféricos, entre outros. No entanto, não há Integração física ou tarifária. Salvo para quem faz jus ao Bilhete Único que é o responsável, através de subsídio direto, pelas integrações. No Bilhete Único o estado paga parte da viagem realizada por dois modos (também chamados, erroneamente por alguns, de “modais”). Os estudos para aperfeiçoamento desse processo foram iniciados, mas ainda há muito caminho pela frente para se chegar a uma Integração Modal de fato.

E voltamos nós, mais uma vez, a retomar a vida acadêmica. Agora como “Professor Colaborador Voluntário”, uma vez que estou aposentado desde o final de 2017. Mas não consigo desgrudar da academia e da COPPE, enfim. Há muitos planos para este canal de comunicação – seria um blog, um podcast? Enfim, seja lá o nome que for, é uma maneira de interagir com a cidade e seus habitantes e colaborar para a melhoria do sistema de transportes da nossa cidade.

Espero que esse contato tenha um ritmo constante, como foi colocado na crônica “Vamos começar” de dezembro de 2016. Desta vez vamos!

Fica para a próxima “Crônica” as questões sobre a Integração Modal. Este é um assunto que não vai se esgotar numa única sessão.

Até a próxima!

 

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